terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Asperger: como a escola deve acolher o aluno e os pais

Por: Mariana Della Barba

Confusão. Falta de empatia. Caos. Esses são alguns termos usados por pais e mães para definir o período em que seus filhos com Síndrome de Asperger frequentaram escolas que não estavam verdadeiramente preparadas ou dispostas a recebê-los. “Quando meu filho começou a estudar, não sabíamos exatamente o que ele tinha. A primeira escola para a qual ele foi era grande, mais tradicional. Mas ele não conseguiu ficar de jeito nenhum. Os professores não estavam nem um pouco preparados. Foi uma tristeza", conta Izabel Grandinetti Barros, presidente da Associação da Síndrome de Asperger Asa-Tea MG.


O filho de Izabel, Henrique Grandinetti de Barros, só foi diagnosticado com Síndrome de Asperger aos 9 anos. O menino tinha fascinação por dinossauros, sabia tudo a respeito deles. Ele também já foi fanático por números. Essa é justamente uma das características da Síndrome de Asperger: ter um tema de interesse no qual focam incansavelmente durante um certo período de tempo.


Eles se dedicam tanto ao assunto que costumam se tornar especialistas e podem acabar desenvolvendo habilidades extraordinárias, seja no conhecimento de animais pré-históricos até em exercícios matemáticos, por exemplo. Para os educadores, o desafio é integrar essas habilidades a outras desenvolvidas em sala de aula. Para os pais, em geral, trata-se de uma peregrinação até encontrar uma instituição de ensino que oferece o acolhimento que a criança precisa para ser feliz e aprender de acordo com as necessidades de um "Aspie", como são chamadas as pessoas com Asperger.



Izabel Grandinetti Barros e o filho Henrique, que demorou a ser diagnosticado com Síndrome de Asperger. Ela se tornou presidente da Associação da Síndrome de Asperger Asa-Tea MG    Foto: Acervo pessoal

O que mudou na classificação
A síndrome foi incluída no chamado Transtorno do Espectro Autista (TEA) em 2013 – antes disso, era considerada uma condição distinta. Mas diferentemente de outros tipos de autismo, as crianças com Asperger não costumam apresentar atrasos cognitivos graves.

A nova classificação, que investiga mais sintomas, agrupou algumas categorias. Se antes eram quatro principais (Comunicação, Interação Social, Interesses Restritos e Comportamentos Repetitivos), hoje, as duas primeiras foram agrupadas em uma só.

Assim, na área de Comunicação & Interação Social, são analisados o grau de respostas atípicas, déficits para responder a interações com outras pessoas, dificuldade de manter relacionamentos/amizades, dificuldade de interpretação em relações não-verbais. Já nas outras categorias se analisa o grau e a frequência das chamadas obsessões por interesses restritos (como enfileirar objetos ou números ou determinadas cores). A terceira área analisa os comportamentos considerados repetitivos, em que ocorre um apego excessivo à rotina, além de atividades e movimentos reiterados e constantes.   

Escuta e parceria são fundamentais
Mesmo com déficits mais leves que outras síndromes dentro do TEA, o relato de pais mostra como é complexo achar uma escola. Izabel Grandinetti Barros precisou mudar o filho de escola. "Ele foi para uma menor, com só oito alunos por classe. E foi ótimo”, lembra. Ela conta que o acolhimento foi importantíssimo para a ambientação de Henrique. “Havia uma parceria muito grande minha com a diretora e a psicóloga da escola; uma disposição em ouvir o nosso lado. Lá ninguém nunca forçou nada. Quando o Henrique não queria ir para a quadra, elas deixavam ele ficar brincando com os dinossauros dele numa boa. E de tempos em tempos a gente voltava a conversar, para ir ajustando tudo."

Para Joana Elkis, coordenadora educacional da escola Alecrim, em São Paulo, esse trabalho conjunto entre pais e escola é peça fundamental para promover o melhor receber um Aspie. "A escuta é fundamental para qualquer inclusão no ambiente escolar. Da parte da coordenação e dos professores, é preciso que haja uma disponibilidade em se adaptar para acolher da melhor maneira possível as dificuldades dessa criança."

A coordenadora afirma que é preciso “olhar de perto” a criança com Asperger para entender o melhor caminho a adotar em cada caso. Ela cita como exemplo o currículo escolar: há casos em que é necessário montar um programa especial e em outros, é mais válido seguir o mesmo currículo para manter o desafio para a criança, garantindo um acompanhamento especial ou dando-lhe um tempo diferente para cumprir as atividades.



Joana Elkis, coordenadora educacional da escola Alecrim, em São Paulo   Foto: Acervo pessoal


Compartilhar as habilidades
Izabel se lembra com carinho de uma professora que trabalhava muito para integrar os interesses de seu filho Henrique ao currículo escolar. "Nunca vou me esquecer do quanto ele ficou feliz quando a professora propôs que ele desse uma ‘palestra’ sobre dinossauros para os colegas. Ele se sentiu realizado e os alunos também gostaram. Eles estavam estudando dinossauros naquela época, então cada um fez uma pesquisa individualmente e depois o Henrique foi lá na frente falar para a classe."

Para Joana, é papel da escola encontrar um jeito legítimo de a criança com Asperger participar das atividades em classe. "Pegar essa super habilidade e reverter isso para o grupo acaba sendo interessante para todos", diz a coordenadora.

Cuidado na comunicação
Outra característica vinculada à Síndrome de Asperger é o fato de muitas vezes não conseguirem entender ironias e metáforas. "O fato de verem o mundo de um modo mais objetivo e concreto pode atrapalhar a comunicação, seja na compreensão do que o professor está falando ou na maneira que a criança (com Asperger) fala com os colegas, que muitas vezes não tem filtro", diz Joana.

Para evitar esse tipo de entrave, ela afirma que é preciso investir em formas de melhorar a comunicação com esse aluno. Outra conduta positiva por parte do professor é estar atento para, quando necessário, agir para que o “Aspie” não seja mal interpretado pelos colegas por sua maneira franca e direta de se colocar.

A professora do departamento de Educação Especial da Unesp Anna Augusta Sampaio de Oliveira afirma que "os docentes têm de estar sempre próximos para evitar processo de isolamento dos ‘Aspies’, atuando até como mediadores, trabalhando para que essa criança e os colegas se aproximem".

Um exemplo real de como driblar essa dificuldade aconteceu com Henrique Gradinetti de Barros, quando ele teve problemas para acompanhar a aula de Filosofia. Ao cursar sua primeira faculdade, História, ele sentiu dificuldade com as aulas de conteúdo subjetivo. A alternativa encontrada por seu professor foi dividir a prova em tópicos para facilitar a compreensão e o raciocínio do aluno. Funcionou: tanto que Henrique se formou e hoje, aos 24 anos, cursa sua segunda graduação, em Direito.


Evento promovido pela Associação da Síndrome de Asperger Asa-Tea MG   Foto: Reprodução/Facebook

Investir em formação 
Para acolher bem um estudante com Asperger, mantê-lo interessado, se comunicando bem e valorizando suas habilidades, os especialistas afirmam que é preciso investir na formação da equipe.

"É fundamental que a coordenação trabalhe com os professores para discutir os melhores caminhos para adaptar o programa e as estratégias”, diz Joana Elkis, da escola Alecrim. “Trabalhamos muitos com textos teóricos e até filmes que tratam desse tema, sempre tendo em mente cada caso".

Outro desafio apontado por ela é afinar a conduta da escola com as linhas de tratamento que essas crianças seguem fora da escola, em terapias comportamentais ou com acompanhamento psicológico, por exemplo. 

A professora Anna Sampaio, da Unesp, lembra que desde 2008 está previsto em lei a existência de uma rede de suporte ao Atendimento Educacional Especializado, que pode ser em forma de aulas no contraturno, um centro de atendimento a esses alunos ou mesmo o apoio de professores especializados a colegas que tenham “Aspies” em suas turmas.


Henrique ao lado da mãe Izabel Grandinetti Barros: graças ao acolhimento e esforço, ele conquistou graduação em História e agora estuda Direito   Foto: Acervo pessoal


O que mudou?
Tanto para Izabel, com a experiência com seu filho e dentro da associação que coordena, como para as especialistas em educação ouvidas, a inclusão da Síndrome de Asperger dentro do espectro autista não trouxe grande impacto no ambiente escolar até o momento.

Anna faz, inclusive, um alerta de que é preciso ter em mente que um “Aspie” não tem deficiência intelectual e pode aprender qualquer conteúdo, bastando que seja passado de outra forma. "É importante não se prender tanto ao diagnóstico em si, levando em conta mais as especificidades da criança", afirma.

A mudança na classificação, aliás, acabou trazendo outro problema para pais e educadores. Como fica dentro da classificação de autismo, o número de crianças diagnosticadas deve subir daqui para frente. O que só aumenta a necessidade de que pais, professores e escolas estejam atentos para garantir a melhor educação para as crianças.


Fonte: Nova Escola

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Sua cidade também merece! Largo Rui Porto agora é opção de lazer em São Leopoldo

São Leopoldo oferece o Largo Rui Porto como um espaço mais seguro para práticas esportivas e de lazer. Localizado ao lado do Ginásio Municipal Celso Morbach, o largo foi revitalizado, em 2017, recebendo pracinha de brinquedos, quadras poliesportivas, pista de caminhada e sistema de iluminação.


A moradora do bairro Campestre, Juliane Jacques, frequenta o local todas as manhãs para fazer atividades físicas. “Corro na pista e depois venho para os aparelhos ao ar livre. Gosto de vir aqui porque é seguro, ao ar livre e consigo relaxar. Às vezes até parece que estou na praia quando vejo a areia da praça”, brinca Juliane. Já a moradora do Rio dos Sinos, Raquel Martin, utiliza pela primeira vez os aparelhos de ginástica em frente ao ginásio. “Sou motorista de ônibus, tenho uma profissão muito sedentária, quero vir com mais frequência para me exercitar mais”, conta.



Sob olhar atento da mãe, o pequeno Arthur, de 3 anos, brinca na pracinha dos brinquedos. “venho aqui pois os aparelhos são diferentes e adaptados aos pequenos, além de ser um local seguro”, explica a mãe Marcele da Rosa, do bairro São José.

Lembre
Em dezembro foram inauguradas as obras que revitalizaram o local, onde foram construídas duas quadras poliesportivas, uma pista de caminhada e instalado um novo sistema de iluminação. O investimento de R$ 235.927,85 foi oriundo de emenda parlamentar e contrapartida de R$ 2.462,13 do município. Com a nova estrutura e iluminação, o largo passou a abrir todos os dias das 7h às 23h.

Estrutura

As duas quadras, em concreto armado, possuem 1.152,5 m² e são adaptadas para futsal, basquete, vôlei, câmbio e outras modalidades esportivas. A estrutura tem proteção de alambrado nas cabeceiras com altura de 4,80m. A pista de caminhada tem pavimentação em blocos de concreto e dois circuitos diferentes: o primeiro com extensão de 184 metros e o segundo com 256 metros.

Fotos: Thales Ferreira
Fonte: Revista News

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

ESCOLAS, O Governo liberou as verbas do PDDE, você sabe o que é?

O que é?

O Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) destina recursos financeiros, em caráter suplementar, a escolas públicas da educação básica (e casos específicos) para uso em despesas de manutenção do prédio escolar e de suas instalações (hidráulicas, elétricas, sanitárias etc.); de material didático e pedagógico; e também para realização de pequenos investimentos, de modo a assegurar as condições de funcionamento da unidade de ensino, além de reforçar a participação social e a autogestão escolar. Os repasses são feitos anualmente, em duas parcelas iguais.

Existem ainda as “Ações Agregadas ao PDDE”, transferências financeiras para fins específicos classificadas em três grupos: o Novo Mais Educação, que compreende as atividades de educação integral em jornada ampliada; o PDDE Estrutura, constituído das ações Água na Escola, Escola do Campo, Escola Sustentável e Escola Acessível; e o PDDE Qualidade, composto das ações Atleta na Escola, Ensino Médio Inovador, Mais Cultura nas Escolas e Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE Escola).



A quem se destina?

Escolas públicas de educação básica estaduais, do Distrito Federal e municipais; unidades de ensino privadas de educação especial qualificadas como beneficentes de assistência social ou de atendimento direto e gratuito ao público; e polos presenciais do sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB) que ofertem programas de formação inicial ou continuada a profissionais da educação básica.

Segundo dados do censo escolar de 2016, são cerca de 145 mil escolas potenciais beneficiárias do PDDE, nas quais estão matriculados em torno de 39 milhões de alunos. Tomando-se a média dos últimos três anos, o programa e suas ações agregadas envolveram investimento da ordem de R$ 2,08 bilhões anuais.

Como acessar?

Requisitos básicos para acesso aos recursos do PDDE:
• As escolas e os alunos da rede pública e privada de educação especial precisam estar inscritos no censo escolar do ano anterior e a lista de alunos dos polos da UAB deve ser informada ao FNDE pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (Capes);
• As unidades executoras próprias (UEx) e entidades executoras (EEx) devem aderir ao programa por meio do Sistema PDDEweb (https://www.fnde.gov.br/pdde) até 30 de junho. Já as entidades mantenedoras (EM) precisam regularizar, até 30 de setembro, os procedimentos de habilitação estabelecidos em resolução do Conselho Deliberativo do FNDE;
• As escolas públicas com mais de 50 alunos matriculados têm de criar suas UEx;
• As UEx, EEx e EM devem estar adimplentes com a prestação de contas de exercícios anteriores.

Atendidos os requisitos acima, a assistência financeira ao público-alvo do programa é concedida sem a necessidade de celebração de convênio, acordo, contrato, ajuste ou instrumento congênere.


Órgãos Gestores / Áreas Gestoras

O regime de parceria para a descentralização de recursos às escolas envolve tanto as secretarias do MEC na implementação de suas atividades e projetos, quanto os governos estaduais, distrital e municipais e, ainda, as entidades mantenedoras das escolas de educação especial.

Assim se destacam:
• a Secretaria de Educação Básica (SEB/MEC) – unidade gestora das ações agregadas Novo Mais Educação, Atleta na Escola, Ensino Médio Inovador, Mais Cultura nas Escolas e Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE Escola);
• a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi/MEC) – unidade gestora das ações agregadas Água na Escola, Escola Sustentável, Escola do Campo e Escola Acessível;
• a Capes – unidade gestora dos polos presenciais da UAB;
• as secretarias estaduais e distrital de educação e as prefeituras municípios (EEx) –entidades que executam os recursos do PDDE destinados às escolas com até 50 alunos matriculados.

Atuação

A área responsável pelo portal no tocante ao PDDE e ações agregadas é a Diretoria de Ações Educacionais (DIRAE), por intermédio da Coordenação do Dinheiro Direto na Escola (CODDE).

Legislação

O PDDE é regido pela Lei 11.947, de 16 de junho de 2009, e por resoluções do Conselho Deliberativo do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, cujas principias são as seguintes:
• Resolução nº 9/2011, que estabelece os procedimentos a serem adotados para aquisição de materiais e bens e contratação de serviços, com os repasses efetuados à custa do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), pelas Unidades Executoras Próprias (UEx) e entidades qualificadas como beneficentes de assistência social ou de atendimento direto e gratuito ao público que ministram educação especial, denominadas de Entidades Mantenedoras (EM), de que trata o inciso I, § 2º, do art. 22 da Lei nº 11.947, de 16 de junho de 2009.
• Resolução nº 10/2013, que dispõe sobre os critérios de repasse e execução do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), em cumprimento ao disposto na Lei 11.947, de 16 de junho de 2009.
• Resolução nº 15/2014, que dispõe sobre as prestações de contas das entidades beneficiadas pelo Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) e suas ações agregadas.
• Resolução nº 8/2016, que altera as Resoluções nºs 10, de 18 de abril de 2013, e 16, de 9 de dezembro de 2015, do Conselho Deliberativo do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (CD/FNDE), e dá outras providências.


Fonte: fnde

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Black Friday: economize com o presente das crianças

Criança adora ganhar presente o ano inteiro, para elas as datas especiais significam muito para ganhar brinquedos, roupas e muito mais. E quando elas colocam na cabeça que querem algo, é difícil mudar a opinião delas.
Os pais algumas vezes ficam apertados com o orçamento para comprar tantos presentes que os pequenos pedem. Daremos uma ótima dica para economizar na hora de comprar o presente que seu filho tanto quer.

Presenteie seus filhotes economizando!

Este ano, no dia 24 de novembro, irá acontecer a nova edição da Black Friday Brasil. Um dia inteiro de ofertas imperdíveis, o que o torna o maior evento de lojas online e offline. Então nada melhor que guardar esta data para comprar os brinquedos ou presentes que seus filhos mais desejam.
Desde brinquedos, playground, eletrônicos, games até roupas e calçados, tudo com descontos incríveis e somente neste dia. Uma oportunidade de comprar aquilo que você mais quer por preços bem menores.

Fonte: Meliuz

sábado, 11 de novembro de 2017

Como construir uma praça pública em seu condomínio

Morar em um local que tenha uma praça pública é um verdadeiro privilégio para muitas pessoas, principalmente para as que vivem nas grandes cidades.

Entretanto, nem sempre o condomínio escolhido para se viver com a família fornece esse tipo de espaço de convivência; até que chegam os filhos e esse assunto passa a incomodar.

Afinal, quem não quer que as crianças cresçam num local seguro e, ao mesmo tempo, com a possibilidade de brincarem ao ar livre?

É possível, sim, construir uma praça pública em seu condomínio e isso dependerá de um bom planejamento e da aceitação dos demais moradores, é claro. No texto de hoje vamos esclarecer um pouco mais sobre esse assunto para você descobrir o que fazer.

A importância de uma praça pública em condomínios:

Ter uma área de convivência ao ar livre e cercada de verde, como uma verdadeira praça pública deve ser, muda a vida de quem mora em locais fechados, e para melhor.

Afinal, um espaço de uso comum é capaz de oferecer uma melhora na qualidade de vida de seus moradores, ainda mais quando se tem filhos pequenos.




A seguir apontamos alguns motivos que explicam ainda mais essa importância:

Possibilidade de convivência (ou melhoria da convivência) com os demais moradores.
Todos os moradores, incluindo as crianças e os idosos, podem contar com um espaço seguro, agradável e ao ar livre para desempenharem atividades, como brincadeiras e exercícios físicos.
Ter um espaço verde, além de melhorar a qualidade do ar, também aumentam os índices de felicidade dos moradores (médicos afirmam indicam que a presença do verde ajuda, inclusive, a diminuir alguns riscos de doenças, como enfarte).
Ter uma área verde próximo ao local de moradia também ajuda a melhorar a qualidade do ar, pois as plantas e árvores conseguem filtrar a poluição do ar e diminuir as ilhas de calor.
Não há necessidade de um grande deslocamento para se chegar a uma área de lazer, descanso e meditação ao ar livre.
Itens que não podem faltar na praça do condomínio

Em primeiro lugar, para se ter uma boa praça dentro do condomínio é preciso de um bom planejamento e um projeto, para que os custos sejam definidos e se evite gastos além do necessário.



Um bom projeto que atenda aos mais diferentes moradores pode incluir itens como:

bancos;
playground;
espaço para caminhada ao redor;
jardim (projeto paisagístico contemplando gramado, árvores, arbustos e flores);
boa iluminação noturna;
instalação de câmeras de segurança;
projeto de irrigação, caso seja necessário, a depender do tamanho da praça.
Também é muito importante definir quem fará e como será realizada a manutenção da praça, pois se não for feita, pode comprometer o solo e as plantas do jardim.



Em geral, jardins de pequeno e médio porte podem ter manutenção pelo menos uma vez por mês, principalmente em épocas de estiagem ou seca.

Tendo um local apropriado para se construir a praça no condomínio, é hora de conversar com o síndico. Uma dica é colocar no papel todos os motivos e argumentos a favor da construção da praça no condomínio.

Você pode ajudá-lo, por exemplo, a levantar todos os custos para desenvolver um projeto mais completo, que deve ser repassado aos demais moradores.

Nesse sentido, é muito importante estar atento ao que diz o artigo 1.342 da Lei 10.406/2002 do Código Civil, em relação a realização de obras em partes comuns de um condomínio:

A realização de obras, em partes comuns, em acréscimo às já existentes, a fim de lhes facilitar ou aumentar a utilização, depende da aprovação de dois terços dos votos dos condôminos, não sendo permitidas construções, nas partes comuns, suscetíveis de prejudicar a utilização, por qualquer dos condôminos, das partes próprias, ou comuns.
Ou seja, com os custos levantados e com a concordância do síndico, é hora de argumentar o quão melhor pode ser a qualidade de vida de todos os vizinhos com uma área de convivência verde, ao ar livre e, ao mesmo tempo, preservando-se a segurança de todos os moradores.

Se construir uma praça pública em seu condomínio também for o sonho dos demais moradores, é hora de colocar a mão na massa e partir para a ação, que certamente trará muitos benefícios a todos.

Fonte: Aquarela Parques



domingo, 15 de outubro de 2017

Importância dos brinquedos pedagógicos para a aprendizagem infantil

O brinquedo certo estimula a atividade criadora e a percepção infantil, possibilitando à criança desenvolver a inteligência, a capacidade de apreensão e a compreensão.

 mundo da criança

Brincar é um verdadeiro fenômeno. Uma criança consegue brincar ainda que não possua brinquedos. Entretanto, uma vez que se pensa em dar um brinquedo a ela, é importante que ele seja adequado a sua idade e ao seu desenvolvimento. O brinquedo certo é mais do que um meio de gerar consumo e lazer. Ele é, também, uma forma de estimular a atividade criadora e a percepção infantil, possibilitando à criança desenvolver a inteligência, dotando-a de maior capacidade de apreensão e compreensão. 

Segundo Friedmann et al., 1992, os brinquedos têm impacto próprio e constituem, ao mesmo tempo, meios para brincar e veículo da inteligência e da atividade lúdica. Enquanto a criança não ingressou na escola, deve brincar o máximo que puder, depois, é conveniente estipular horários de modo a conciliar o tempo dedicado aos brinquedos com as tarefas escolares, ainda assim uma boa escola infantil é aquela que usa a brincadeira e o brinquedo como recursos pedagógicos. 

O brinquedo pode ser:

- uma pipa, 
- um carrinho, 
- uma pá, 
- uma boneca de pano, 
- uma folha caída da árvore, 
- pedrinhas achadas no chão, 
- tampinhas, e 
- caixinhas de papel. 

Um brinquedo pode ser visto de diferentes maneiras pela criança: 

- como potencial de recolhimento e consolação, 
- estímulo à autonomia ou à associação do coletivo, 
- realização, 
- cooperação e progresso, e 
- novidade, distração ou informativo. 

Dependendo da qualidade das oportunidades que lhe sejam oferecidas, por meio de brincadeiras e brinquedos, pode-se garantir às crianças que suas potencialidades e sua afetividade se harmonizem. Comprova-se aqui, então, a grande importância dos brinquedos pedagógicos para o processo de ensino-aprendizagem das crianças.

Ao brincar, as crianças:

- expressam suas fantasias, seus desejos e experiências, 
- dominam suas angústias e os seus medos, 
- exprimem sua natural agressividade, 
- estabelecem e desenvolvem a sociabilidade,
- aumentam suas experiências,
- aprendem que é permitido errar e que pode tentar de novo, sem críticas destrutivas,
- promovem sua criatividade e favorecem toda expressão de sua personalidade,
- desenvolvem de forma sadia sua própria sexualidade. 

Brincar é importante porque:

- trabalha o desenvolvimento cognitivo,, 
- trabalha o desenvolvimento da linguagem,
- trabalha a socialização da criança. 

 mundo da criança


O que procuram as crianças ao brincar:

Conforme WINNICOTT (1975), as crianças brincam para buscar prazer, para expressar agressão, para controlar a ansiedade, para estabelecer contatos sociais, para realizar a integração da personalidade e, por fim, para comunicar-se com as pessoas.



Fonte: www.cpt.com.br

domingo, 1 de outubro de 2017

O Dia do Vendedor é comemorado anualmente em 1º de outubro no Brasil.

A data homenageia os profissionais que trabalham realizando a venda de produtos e / ou conceitos e ideias para o consumidor. Os vendedores são fundamentais para o bom funcionamento do comércio.

A profissão de vendedor é considerada uma das mais antigas do mundo. Algumas fontes históricas dizem que os primeiros vendedores eram conhecidos como "caixeiros-viajantes". Porém, ao longo dos anos, esta prática cresceu e se desenvolveu ao mesmo ritmo que a industrialização.
No Brasil, os vendedores ainda comemoram a profissão em outros dias dedicados especificadamente às várias áreas em que podem atuar, como: o Dia do Vendedor de Livros (em 14 de março), a par do Dia do Livro e do Dia do Bibliotecário; o Dia do Vendedor Ambulante (em 14 de novembro); e o Dia do Vendedor Lojista (em 30 de agosto).
Origem do Dia do Vendedor
O Dia do Vendedor surgiu a partir do 1º Congresso Pan-americano de Viajantes, Agentes e Representantes do Comércio, que aconteceu entre os dias 25 de setembro e 2 de outubro de 1937, na Argentina.
Durante o evento, os países participantes decidiram que o dia 1º de outubro seria destinado a comemorar o Dia do Vendedor (a nível pan-americano).
Fonte: Calendarr.com