Hoje queremos dividir com vocês algumas dicas de brincadeiras da Revista Crescer, sabe aquelas brincadeiras tradicionais, do tempo de nossas avós, aquelas que trazem saudade, mas que nos fazem reviver momentos inesquecíveis! Volte a ser criança e aproveite! Essas brincadeiras são muito divertidas, estimulam a imaginação e fazem com que os pequenos se exercitem bastante.
Bolinha de sabão: os bebês e crianças mais novinhas ficam encantadas quando as bolinhas estouram e os maiores adoram correr atrás delas!
Pega Pega: nessa brincadeira, as crianças aprendem noções de espaço e tempo. Ou seja, se devem correr mais depressa ou devagar, se devem ir à esquerda ou à direita, para a frente ou para trás. Também é chamada de pique-pega em algumas regiões do Brasil.
Telefone sem fio: o primeiro da fila cochicha no ouvido do amigo mais próximo uma palavra ou frase. Este faz o mesmo com o seguinte e assim por diante. O último diz em voz alta o que entendeu e a graça está aí: geralmente é bem diferente daquilo que o primeiro falou…
Corre cotia: os participantes sentam-se em uma roda e cobrem os olhos. Um deles anda ao redor da roda com um lenço na mão para deixar atrás de um dos amigos. Enquanto isso, canta a música: “Corre, cotia, na casa da tia. Corre, cipó, na casa da vó. Lencinho na mão, caiu no chão. Moça bonita do meu coração. Posso jogar? Ninguém vai olhar? Não!”. O jogador que achar o lenço atrás de si, corre atrás do que jogou. Quando pegá-lo, ele vira o “cantador”, o outro se senta e a brincadeira recomeça.
Gato mia: a criança escolhida para ser o pegador precisa sair do recinto para os outros se esconderem. Quando voltar, no escuro, deve começar a procurar os amigos. Para ajudar na busca, ele pode fazer gracinhas para tentar fazer os “gatinhos” escondidos rirem e se denunciarem. Toda vez que o pegador encontrar um, deve dizer: “Gato, mia”. Quem for pego deve miar, disfarçando a voz para o outro tentar advinhar quem é. Se acertar, o “gato” passa a ser o novo pegador. Se não, o jogo recomeça com o mesmo pegador.
Vivo ou morto: um participante fica em pé, de frente para o grupo. Ele dá dois comandos: “Vivo!” – e todos têm de ficar em pé – ou “Morto!” – quando todos se agacham. A diversão fica por conta de quem se atrapalha, erra o comando e sai do jogo. O único participante que sobrar será o vencedor.
Pular Corda: pular corda é brincadeira, treinamento, exercício físico, faz bem para o corpo e para a mente! Sozinho ou em grupo, dá para brincar de várias formas e até inventar competições.
Estátua: você coloca uma música e as crianças começam a dançar. Quando abaixar o som e gritar “Estátua!”, todos devem ficar parados. Quem se mexer por último ganha o jogo.
Peteca: para jogar, basta bater no fundo da peteca e arremessá-la para quem estiver na roda. Marca ponto quem não deixa a peteca cair!
Detetive: separe um papel para cada jogador e escreva neles “Detetive”, “Assassino” e, nos restantes, “Vítima”. Dobre e misture. Cada pessoa pega um. Forma-se uma roda. O assassino mata a vítima piscando para ela. Quando o jogador recebe a piscadela tem que dizer: “Morri!”. O papel do detetive é flagrar o assassino bem na hora em que ele pisca. Quando descobre, ele grita: “Está preso!”. O jogo acaba quando o assassino é revelado e aí é só recomeçar.
Bambolê: vale rodá-lo na cintura, no braço, na perna ou apenas girá-lo no chão, como uma roda. Brincar de todas essas formas vai auxiliar no desenvolvimento do equilíbrio e da coordenação motora. Uma brincadeira do tempo da vovó que faz sucesso entre as crianças até hoje.
Rabo de burro: um desenho de burrinho é colado na parede. O rabo, feito de feltro (ou de papel) e com um pedaço de fita adesiva dupla face na ponta, fica separado. Com os olhos vendados, cada criança vai ter de acertar o lugar do rabo. Vence quem pregá-lo mais próximo.
Passa anel: todos juntam as mãos, palma com palma. O passador da vez vai “cortando” as mãos dos outros até deixar, discretamente, o anel em uma delas. Então, pergunta a um dos jogadores com quem está o anel. Se o jogador acertar, é o próximo passador.
Pintar: atividade que todas as crianças adoram fazer. Pode ser na escola ou em casa. Bastam algumas folhas de papel, pincéis e tintas coloridas. Deixe seu filho criar à vontade. Depois, deixe a obra-prima de seu pintor mirim secar e pendure-a na parede. Ele ficará orgulhoso!
Dança das cadeiras: separe uma cadeira a menos do que o número de participantes. Faça uma roda com os assentos virados para fora. Coloque a música e peça para as crianças dançarem ao redor delas. Quando a música parar, elas devem se sentar. Quem não conseguir, sai do jogo e leva uma cadeira consigo. A brincadeira continua dessa forma até que sobre apenas um participante: o vencedor.
Cabra-cega: você só precisa de um lenço para vendar os olhos do pegador, do espaço da sala e de cuidado para seu filho não tropeçar no tapete. Depois de decidir ou sortear quem vai ser a cabra-cega, os participantes vendam os olhos do escolhido e correm dele. Ao pegar alguém, a criança vendada tem de adivinhar quem é. Se acertar, o agarrado será a próxima cabra-cega. Se errar, continua na mesma
Cabo de guerra: basta uma corda e algumas crianças. Pronto! Já dá para brincar de cabo de guerra. Aí, é só puxar para lá e para cá. Vence o lado mais forte!
Amarelinha: ótimo para desenvolver a noção de respeito às regras e aprender a esperar pela vez. A mais tradicional, porém, é aquela feita no chão com auxílio do giz. Ganha quem terminar de pular todas as casas primeiro.
Fonte: revistacrescer.globo.com

Nenhum comentário:
Postar um comentário