quarta-feira, 13 de junho de 2018

A Copa está chegando que tal conhecer algumas brincadeiras ?!

Confira dicas para tornar as brincadeiras ainda mais divertidas:
– Converse com pequenos sobre a importância das regras, que existem tanto nos esportes quanto nas brincadeiras. No caso das atividades sugeridas, as regras podem ser adaptadas, de acordo com a faixa etária do grupo e a quantidade de participantes. Mas, uma vez feito um acordo, é importante seguir o que foi combinado.

– Alguns materiais indicados precisam ser preparados com antecedência e são um pouco mais trabalhosos, mas poderão ser usados em várias atividades (e você ainda pode inventar muitas outras junto com as crianças).



– Envolva a criançada nas etapas de preparação dos jogos. Pesquisas, desenhos e recortes fazem parte da brincadeira.



– As atividades têm propostas competitivas e envolvem habilidades diferentes. É legal experimentar vários jogos e dar espaço para muitos campeões.



– Combine com a turma e criem juntos prêmios simbólicos para os vencedores. Alguns exemplos: 1 taça de sorvete caprichada (aproveite para lembrar que a palavra “Copa”é uma referência à taça que o campeão do mundial de futebol recebe); camisetas personalizadas, pintadas pela turma com as cores das seleções; certificados de campeão assinado pela turma toda; bandeiras decoradas com cores das seleções e outros.


 mundo da criança

1. Disputa de campeões
Material utilizado
– papel
– canetas coloridas
– tesoura

1 – Façam uma ficha sobre cada país participante da Copa (veja um modelo no anexo):
– Nome do país:
– Continente onde se localiza:
– Capital:
– Idioma:
– Área:
– População:
– Número de copas de que participou (antes da de 2014):
– Número de copas que venceu:
– Curiosidade

2 – Recortem as fichas como se fossem cartas de um baralho.

3 – Embaralhe as cartas e distribua aos jogadores. Cada um deve fazer seu montinho, com as cartas viradas para baixo.

4 – Tirem na sorte quem será o primeiro a jogar. Ele deve pegar a primeira carta do monte e escolher uma das categorias numéricas (área, população, número de copas de que participou ou número de copas que venceu) para desafiar o grupo. Cada um fala seu número referente a essa categoria. Quem tiver o número mais alto vence e fica com as cartas dos amigos, colocando-as no final de seu monte.

5 – O vencedor da rodada é o próximo a tirar a primeira carta de seu monte e escolher uma das categorias para repetir o desafio. Quem ficar sem cartas sai do jogo e ao final vence quem tiver mais cartas.

2. Forme os pares
Material
– papel
– lápis e lápis de cor (ou impressora colorida)

1 – Desenhem as bandeiras dos países participantes. Cortem as folhas em retângulos maiores do que as bandeiras, como se fossem cartas. Recortem 32 retângulos do mesmo tamanho, escrevam o nome dos países.

2 – Embaralhem os retângulos e distribuam sobre uma mesa, virados para baixo.

3 – Tirem na sorte quem será o primeiro a virar duas figuras, tentando unir uma bandeira ao respectivo nome do país. Quem conseguir fica com as duas cartas e tem uma nova chance. Quem errar tem de por as duas cartas de volta no mesmo lugar. O participante à direita será o próximo a tentar formar um par. Ao final, vence quem juntar mais pares. (Se preferirem, colem a folha de papel em uma cartolina ou em um pedaço de papelão antes de cortar as cartas.)

3. Um país com a letra…
1 – Todos contam até três, dizem já e mostram um número com as mãos. Contem os dedos usando como referência o alfabeto (A, B, C…) e considerando que cada dedo corresponde a uma letra.

2 – Tirem na sorte quem será o primeiro a falar. Em uma rodada, cada participante fala o nome de um país participante da Copa em que essa letra apareça (não necessariamente no início). Quem não souber pelo menos um nome sai do jogo. Quem souber só um nome, na rodada seguinte, pode passar a vez. O jogador que disser o último nome correto é o vencedor da rodada.

4. Passa a bola
Material utilizado:
– 1 bola

1 – A turma forma uma roda e um jogador passa a bola para o outro, com os pés. Quem toca na bola tem que falar o nome de um dos países participantes da Copa.

2 – Quem errar ou não souber dizer o nome de nenhum país sai do jogo. O último a acertar o nome de um país é o vencedor.

5. Muitas seleções
Material utilizado:
– papel
– caneta

1 – Escrevam uma lista com categorias como: personagens; filmes; livros; histórias; lendas; brinquedos; comidas; bichos; lugares; amigos; cores; países; cidades e outros que a turma quiser. Recortem a lista em tirinhas e dobrem os papeizinhos.

2 – Distribuam uma folha para cada participante. Sorteiem uma categoria e cada participante tem de fazer uma seleção de 11 itens naquela categoria (11 lugares ou 11 livros, por exemplo). Quem terminar a lista por último paga um castigo escolhido pela turma.


6. Gol a gol
Material utilizado:
– bola
– giz
– 1 camiseta branca
– tinta colorida

1 – Risquem os limites de um gol de cada lado e uma linha bem no meio, dividindo o campo.

2 – Dois jogadores sorteiam cada um o nome de um país e colam com fita adesiva a bandeira do país escolhido em suas camisetas. Os dois se posicionam e começam a chutar, tentando acertar o gol do adversário e protegendo seu gol . Se um jogador passar da linha central para chutar, o adversário tem o direito de bater um pênalti.

3 – Vence quem fizer cinco gols primeiro. Se a turma for grande, o jogo pode terminar quando alguém fizer dois gols e então o vencedor da primeira rodada encara outro adversário e permanece em campo até ser derrotado. O último é o campeão e pode ganhar uma camiseta personalizada de acordo com a bandeira que escolheu.

7. Onde fica?
Material utilizado:
– papéis com os nomes dos países participantes da Copa
– papel
– caneta
– um mapa-múndi

1 – Tirem na sorte quem vai ser o primeiro a sortear um papel e dizer bem alto o nome do país. Todos os outros vão tentar achar o país no mapa. Quem tocar primeiro no país, localizando-o no mapa ganha um ponto e será o próximo a sortear outro nome.

2 – Em cada rodada, anotem os pontos em um papel e quando acabarem os papeizinhos somem os pontos para presentear o vencedor.

8. Embaralhando letras
Material utilizado:
– papéis com os nomes dos países participantes
– papel
– caneta

1 – Tirem na sorte quem será o primeiro a pegar um papelzinho. Sem ninguém ver, o jogador vai escrever o nome do país sorteado, mas com as letras todas embaralhadas. A turma vai tentar descobrir qual é o país. Quem acertar primeiro será o próximo a fazer o sorteio. Quem acertar mais vezes vence.

9. Travessia do oceano
Material utilizado:
– giz colorido
– papel
– caneta
– papeis com o nome dos países participantes da Copa
– 1 bola

1 – No contorno de uma área ampla, risquem com giz no chão cinco círculos grandes, um bem afastado do outro, que serão os continentes. Escrevam dentro de cada um: América; Europa; Ásia; África e Oceania. Toda a área fora dos círculos é considerada mar.

2 – Dividam a turma em dois times com o mesmo número de participantes. Uma equipe vai ser a dos tubarões e a outra a dos craques.

3 – A equipe dos tubarões fica com a bola, bem no centro, entre os círculos, e a dos craques se divide entre os continentes.

4 – Um tubarão sorteia o nome de um país em lê em voz alta. Nesse momento, a turma das seleções tem de sair de seus círculos e correr para o continente onde esse país se localiza. Enquanto isso, o tubarão que está com a bola vai lançea-la para tentar acertar um craque que esteja no mar. Se a bola escapar só pode ser pegar por um dos tubarões. O craque que for atingido pela bola enquanto estiver no mar vai para a equipe dos tubarões.

5 – Se algum craque for para o continente errado, terá de correr sozinho para o lugar certo, fugindo dos tubarões. A brincadeira continua até os tubarões pegarem todos os craques.

10. Jogo do alfabeto
Material utilizado:
– bola

1 – A turma forma um círculo e um participante passa a bola para o outro com as mãos, falando as letras da alfabeto, em sequência.

2 – Quando alguém errar, tem de dizer o nome de um país participante da Copa que comece com a letra da vez. Por exemplo, se o jogador errou o toque de bola ao falar a letra P, ele pode dizer Portugal, por exemplo. Se ele não souber ou errar, sai do jogo. Em seguida, retoma-se a brincadeira com a letra seguinte. Quem ficar por último vence.



11. Sem falar
Material utilizado:
– papéis com o nome dos países da Copa

1 – Dividam a turma em dois times. Cada grupo escolhe um representante e os dois vão sortear cada um o nome de um país.

2 – Fazendo mímica, os dois jogadores têm de tentar transmitir à sua equipe o nome do país sorteado. A equipe que descobrir primeiro, ganha um ponto. Em seguida, os dois jogadores escolhem os próximos participantes de suas respectivas equipes que vão fazer o sorteio. Vence o time que somar mais pontos.

12. Boliche esperto
Material utilizado:
– 10 garrafas pet vazias
– bandeirinhas dos países participantes
– papel
– caneta
– 1 bola pequena

1 – Escolham bandeiras de 10 países, prendam com fita adesiva uma em cada garrafa e coloquem dentro da respectiva garrafa uma pergunta sobre o país indicado na bandeira (usem as informações da ficha da brincadeira 1 ou façam uma pesquisa rápida e anotem as perguntas e respostas para que possam conferir depois).

2 – Arrumem as garrafas, mantendo bastante distância entre elas. Marquem uma linha de lançamento, de onde um jogador de cada vez vai arremessar a bola, tentando derrubar as garrafas.

3 – Quem derrubar uma garrafa terá de responder a pergunta que está lá dentro e se acertar fica com a garrafa. Se errar, não ganha nada. Depois é a vez de outro jogador. Vence quem tiver mais garrafas no final da brincadeira.

13. Onde estou?
Material utilizado:
– papel
– caneta

1 – Escrevam uma lista com o nome das cidades que serão sede de jogos da Copa (Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo) e recortem a lista em tirinhas. Tirem na sorte quem vai ser o primeiro a sortear um papelzinho e dizer: “Quem sabe onde eu estou?”.

2 – A turma vai fazer perguntas para tentar descobrir onde o participante está, mas ele só pode responder sim ou não. Quem acertar a cidade onde ele está é o próximo a sortear uma cidade.

14. Rola a bola
Material utilizado:
– bandeirinhas dos países participantes da Copa
– duas bolas

1 – Cada participante escolhe a bandeira de um país e cola com fita adesiva na própria camiseta. Todos formam uma círculo e duas crianças que estejam uma bem de frente para a outra seguram cada uma uma bola.

2 – Contem até três e os dois começam a passar a bola ao colega da esquerda, que rapidamente vai fazer o mesmo, passando para o colega do lado. Quando alguém derrubar uma bola ou ficar com duas bolas nas mãos terá de responder a uma pergunta proposta pelo grupo, referente ao país que escolheu (usem as fichas sobre os países para elaborar as perguntas ou façam uma pesquisa e anotem perguntas e respostar para poder conferir durante a brincadeira). Quem acertar a resposta, continua na brincadeira, e quem errar, sai do jogo. Quem ficar por último é o campeão.

15. Jogo da flor
Material utilizado:
– giz
– 1 bola

1 – Desenhem no chão uma flor bem grande, com oito pétalas. Peça para a turma indicar quais são as seleções que devem ser as oito finalistas da copa e escrevam os nomes dos países escolhidos, um em cada pétala.

2 – Sorteiem quem vai ficar no miolo da flor. O participante sorteado joga a bola para cima (bem alto) e diz o nome de um dos países indicados nas pétalas. A turma que está nas pétalas tem de sair correndo para longe, até que o participante pegue a bola de volta.

3 – Quando isso acontecer, todos param e o jogador, que está no miolo da flor, lança a bola, tentando acertar um dos colegas. Quem for queimado sai da brincadeira. Outro participante vai para o centro da flor e a brincadeira e recomeça.

16. Dupla de craques
Material utilizado:
– giz
– lenços escuros
– 1 bola

1- Em um lugar amplo, marquem no chão os limites do gol de um lado e o ponto de partida, do lado oposto.

2- Cada participante escolhe a bandeira de um dos países participantes da Copa e cola com fita adesiva em sua camiseta.

3- Os jogadores forma duplas, unindo forças de dois países. Um dos participantes vai ficar de olhos vendados e os dois, de mãos dadas, vão sair do ponto de partida levando a bola com os pés e passando-a dos pés de um para o do outro, sem se soltar. A dupla tem direito a duas tentativas de chute a gol e depois é a vez da próxima dupla. A dupla que fizer mais gols vence. Dica: como prêmio, a turma pode usar tinta para tecido e decorar duas camisetas, uma para cada campeão, usando as cores que representam as bandeiras dos dois países escolhidos por eles.

Fonte: Objetivo Jr.


sábado, 28 de abril de 2018

ATENÇÃO ESCOLAS E PROFESSORES

Envie uma dissertação de até 15 linhas sobre: A importância de brincar na infância e concorra a esses brinquedos. Você pode GANHAR todos eles 😍 Saiba mais: http://mundodacriancars.com.br/regulamento.php

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quinta-feira, 19 de abril de 2018

Vamos falar sobre disfonia infantil?

A fonoaudióloga Lílian Kuhn explica como a alteração da voz em crianças pode interferir em sua autoestima e suas relações sociais


dtm atm boca mandíbula dor criança  (Foto: Thinkstock)

Rouquidão, falha na voz, sensação de voz cansada, voz muita fina ou muito grossa são sinais de disfonia infantil (Foto: Thinkstock)


Abril é um mês de muitas datas importantes para a Fonoaudiologia. Passado o Dia de Conscientização sobre o Autismo no dia 02 de abril, chegou a hora de alertarmos para os cuidados com a voz. Dia 16 de abril é comemorado o Dia Mundial da Voz, campanha criada no Brasil em 1999 e que desde 2003 passou a ser adotada em todo o mundo.

Apesar de tanto tempo, a luta dos profissionais para conscientização da população ainda vai longe... Essa é uma área de atuação que traz muitos desafios, pois associamos o padrão de voz das pessoas a características psicoemocionais quando, por exemplo, uma voz rouca é tida como sedutora ou uma voz grossa é relacionada a um perfil de personalidade dominante. Muitas vezes utilizamos, conscientes ou não, de variadas qualidades vocais para passarmos nossas emoções e intenções.

Entretanto, no caso do público infantil, devemos lembrar que as crianças ainda estão em formação física e socioemocional. Isto significa que a alteração da voz em crianças pode interferir em suas relações com adultos e crianças, nos processos educacionais e também na sua autoestima. Já parou para pensar que um vozeirão pode ser decorrente de uma alteração fisiológica, que chamamos de disfonia infantil?

Quais são os sintomas mais comuns?

Mesmo que a criança não diga literalmente “está difícil falar”, toda dificuldade ou alteração na produção de sua voz é um problema de voz. Rouquidão, cansaço ou até falta de fôlego ao falar, voz fina ou grossa demais, fraca ou forte mais do que o esperado são os principais sintomas de quadros de alteração vocal.

O que NÃO se deve fazer?
Usar muito a voz (gritar ou falar por longos períodos), cantar sem preparação e/ou acompanhamento profissional, pigarrear, falar sussurrado ou com esforço/dor. E nada de fazer receitas caseiras que podem piorar o quadro, combinado?

Quando devo agir?
Se seu bebê nasceu rouco, se o seu filho reclama de dor ou desconforto ao falar, se você observa que a voz do seu pequeno mudou de repente e não voltou ao normal depois de 15 dias (ou mais), se só melhora quando ele fica uns dias sem falar - e ao voltar ao ritmo normal -, a voz piora novamente.

O que fazer se desconfiar de uma disfonia?
Marque uma consulta com um otorrinolaringologista e com um fonoaudiólogo especialista em voz. Juntos, eles saberão te dizer o que está causando tal alteração e qual será a melhor forma de tratá-la. Determinada a causa da disfonia, pode se considerar fonoterapia, cirurgia e/ou psicoterapia.

Disfonia infantil tem cura?
A alteração pode ser permanente, aparecer algumas vezes ou desaparecer para sempre. Tudo isso dependerá da causa naquela criança específica. Por outro lado, mesmo que não tenha “cura”, sempre há o que melhorar! Então não se deve esperar para ver se passa, ok? Na dúvida, consulte um profissional.

Como cuidar da voz das crianças?
Oriente-as a falar sem esforço e articulando bem as palavras, ofereça água durante todo o dia e alimentos saudáveis e naturais, balanceie as atividades calmas com mais agitadas e que exigem mais fala, evite conversar em lugares ruidosos, não interrompa as narrativas das crianças e ouça-as com atenção, não permitia competição entre diferentes sons (várias crianças falando ao  mesmo tempo, televisão ligada, etc), cuide da boa respiração - evite expô-las a cheiros fortes e  fumaça. E, claro, dê o exemplo sendo um bom modelo de voz!

Em se tratando de crianças, sempre considere os caráteres de Prevenção e Intervenção precoce nas ações de saúde. Prevenir problemas de voz, ensinando às crianças sobre como ter bons hábitos vocais (por exemplo, não gritar!) e as consequências destes para seu corpo e intervir precocemente quando os primeiros sinais de rouquidão aparecerem. Seja amigo das vozes das crianças (e da sua também)! Vamos nessa?

Fonte: Revista Crescer

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quinta-feira, 29 de março de 2018

Brinquedos de madeira ajudam no desenvolvimento das crianças

Jogos, quebra-cabeças e bichinhos estimulam entendimento.
Mães fazem questão de presentear os filhos com brinquedos ‘antigos’.

Esqueça os games de última geração. Há pais que não abrem mão de presentear os filhos com brinquedos de madeira porque os consideram mais educativos e tradicionais. Eles fazem questão que a criançada tenha contato com o “passado”. É o caso da universitária Manuela Ferreira Silva, de 23 anos, mãe das gêmeas Flora e Liz, de 5, que prioriza os brinquedos de madeira para as filhas. As meninas têm instrumentos musiciais como violão e flauta, além de quebra-cabeça, dominó com figuras, relógio e peças para montar casinhas.


 "Esse tipo de brinquedo ajudou no desenvolvimento delas. Elas sabem escrever o nome e várias palavras". Ainda segundo Manuela, as filhas ainda não têm videogame e mexem no computador uma vez por semana, com a supervisão dela. Tímidas, as gêmeas disseram que gostam muito dos violões. Outra brincadeira, entre as preferidas, é colorir com giz de cera.

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Flora e LIz adoram tocar violão de madeira (Foto: Alex Araújo/G1)
Flora e LIz adoram tocar violão de madeira (Foto: Alex Araújo/G1)
As gêmeas Flora e Liz adoram tocar violão de madeira (Foto: Alex Araújo/G1)

 Já a administradora de empresas Wanessa Máximo, de 35 anos, mãe de Antônio, de 3, também presenteia o filho com brinquedos educativos. O menino tem jacaré, montanha-russa, quebra-cabeça de pinos e tijolinhos para montar castelinhos.


O pequeno Antônio, de 3 anos, se diverte com os brinquedos de madeira (Foto: Wanessa Máximo/Arquivo pessoal)

O pequeno Antônio, de 3 anos, se diverte com os brinquedos de madeira (Foto: Wanessa Máximo/Arquivo pessoal)  O pequeno Antônio, de 3 anos, se diverte com os brinquedos de madeira

 “O Antônio tem eletrônicos como carrinho com controle remoto, mas eu faço questão de ele ter acesso a brinquedos educativos porque é um momento de descoberta”, ressaltou. Ela disse que o menino tem ioiô, pirocóptero, bolinha de sabão e um balanço que foi amarrado na árvore no quintal de casa.


 “Esses brinquedos remetem à minha infância e têm uma proposta aconchegante. Desde que o Antônio nasceu ele ganha brinquedos educativos. É uma forma até de eu relembrar como eu brincava”. Wanessa contou, ainda, que, quando era criança, gostava de amarelinha, pião, elástico e vai e vem.

Ana Luísa Pires trabalha com brinquedos de madeira há 16 anos (Foto: Alex Araújo/G1)

Ana Luísa Pires trabalha com brinquedos de madeira há 16 anos (Foto: Alex Araújo/G1)


 Ana Luísa Pires, pedagoga e proprietária da Traquitana, loja que funciona na Região Centro-Sul de Belo Horizonte há 16 anos, especializada em brinquedos educativos, disse que vende cerca de dois mil itens entre jogos, bonecos, fantoches, casinhas, bichinhos e kits para bordar, pintar e desenhar. Os preços variam de R$ 2 a R$ 400.


 “A brincadeira é o trabalho da criança. É pela brincadeira que ela vai entender o mundo ao redor dela. Os brinquedos educativos desenvolvem a criatividade, a coordenação motora, a interação, a compreensão de ganhar e de perder e até as habilidades do raciocínio lógico”, explicou. Ana Luísa disse que os pais que presenteiam os filhos com brinquedos educativos acreditam nos benefícios, além de ser uma alternativa ao computador e ao videogame.

João Pedro brinca com o brinquedo pedagógico montanha-russa (Foto: Alex Araújo/G1)

João Pedro brinca com o brinquedo pedagógico montanha-russa (Foto: Alex Araújo/G1)


 A farmacêutica Jacqueline dos Santos, de 39 anos, também tem o hábito de dar presentes educativos ao filho, João Pedro, de 4. Segundo ela, o menino tem o bichionário, dedoche dos Três Porquinhos e caminhão de encaixar pecinhas.


 “Estes brinquedos trabalham a criatividade e a emoção. O João Pedro tem brinquedos eletrônicos, mas ele prefere montar, desmontar, colorir”, disse Jacqueline.

Especialista

 A psicóloga e psicanalista Carmen Tereza Moreira Caram explica que o ato de brincar desenvolve a constituição e a estruturação psíquica das crianças porque auxilia na elaboração de uma série de aspectos cognitivos. “Elas nascem totalmente desamparadas. É o outro quem decide tudo como o nome, a comida, a roupa, o ir e o vir. É um estado de dependência total”, explicou Carmen Tereza. Segundo ela, brincar possibilita sair desse estágio porque a meninada tem que tomar decisões e expressar a própria vontade.


 Ela disse que os brinquedos de madeira dão a chance de a criança experimentar alternativas. “Quanto mais liberdade, melhor. Os brinquedos eletrônicos são mais definidos, diretos. Os pedagógicos estimulam a criatividade e ajudam no desenvolvimento da linguagem”.


 Ainda de acordo com Carmen Tereza, os brinquedos educativos ajudam na inteligência, na percepção e na noção do espaço e do tempo. A especialista ressalta que ainda existem interações importantes como brincar com os pais e com os amiguinhos. Ela falou que as crianças gostam de trocar de posição com os adultos e costumam assumir o controle da situação. Para Carmen Tereza, os brinquedos educativos são mais atuais do que nunca porque ajudam na constituição psíquica da meninada.

Balanço de cavalo de pau (Foto: Alex Araújo/G1)
Balanço de cavalo de pau (Foto: Alex Araújo/G1)
À frente da prateleira, balanço de cavalo de pau. Ao fundo, mais brinquedos de madeira

Fonte: G1


quinta-feira, 15 de março de 2018

15 de Março é Dia da Escola

As primeiras escolas no Brasil foram trazidas pelos Jesuítas no século XVIII. Atualmente, comemoramos no dia 15 de março o dia da escola.

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Uma instituição tão importante para o mundo não poderia deixar de ser homenageada. No dia 15 de março, comemoramos o Dia da Escola. Depois do contato familiar, é a escola que exerce os papeis mais importantes na vida das crianças, como a alfabetização e o dever de preparar os pequeninos para a vida em sociedade.

O termo escola vem do grego “skholê”, que significa descanso ou lazer. Então a escola antigamente era ambiente apenas de lazer? Não é bem assim! A explicação é que na Grécia Antiga as atividades de estudo, pesquisa e filosofia eram exclusivas das pessoas que não exerciam trabalho braçal, ou seja, dispunham de tempo livre.

Os jesuítas tiveram um importante papel na fundação das primeiras escolas no Brasil. Em 1779, eram 17 Colégios, 25 Casas Jesuítas e 36 Missões realizando a prática da formação religiosa, cultural, cívica e moral dos filhos dos colonizadores, indígenas e, principalmente, da elite que liderava a sociedade da época.

Hoje, com a necessidade de colocar as crianças cada vez mais cedo em escolas, os pais precisam ter a certeza que a instituição vá prover à criança educação de boa qualidade, alimentação e recreação durante o período que seus filhos estarão na escola.

Uma nova modalidade de ensino vem ganhando a cada dia mais credibilidade: as escolas em tempo integral. Atualmente, mais da metade dos estudantes brasileiros da educação básica estão na rede integral. Entre as vantagens está a melhora do rendimento do aluno, a implantação da prática de esportes e a ocupação do tempo ocioso.

Triste realidade

Infelizmente, a Escola no Brasil está longe de ser um exemplo em qualidade, salvos os casos de instituições particulares. Segundo um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) e Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), baseado nos indicadores do Censo Escolar 2011, pouco mais de 44% das escolas brasileiras têm apenas a estrutura elementar, que é água encanada, banheiro, energia, esgoto e cozinha.

A estrutura ideal, que reúne também biblioteca, sala de informática, quadra de esportes e laboratório de ciências, está presente em apenas 0,6% das escolas brasileiras, segundo informações do estudo. A maioria dessas escolas com infraestrutura ideal estão localizadas nas regiões Sul e Sudeste.

Os piores índices se referem aos colégios do Nordeste, que sofrem com a falta de saneamento básico, materiais escolares e até mesmo carteiras – é comum ver crianças estudando no chão. A falta de esgoto via rede pública afeta 86% das escolas municipais, 59% das estaduais e 50% das federais da Região.



Letícia de Oliveira
Equipe Brasil Escola

Fonte: Brasil Escola

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terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Asperger: como a escola deve acolher o aluno e os pais

Por: Mariana Della Barba

Confusão. Falta de empatia. Caos. Esses são alguns termos usados por pais e mães para definir o período em que seus filhos com Síndrome de Asperger frequentaram escolas que não estavam verdadeiramente preparadas ou dispostas a recebê-los. “Quando meu filho começou a estudar, não sabíamos exatamente o que ele tinha. A primeira escola para a qual ele foi era grande, mais tradicional. Mas ele não conseguiu ficar de jeito nenhum. Os professores não estavam nem um pouco preparados. Foi uma tristeza", conta Izabel Grandinetti Barros, presidente da Associação da Síndrome de Asperger Asa-Tea MG.


O filho de Izabel, Henrique Grandinetti de Barros, só foi diagnosticado com Síndrome de Asperger aos 9 anos. O menino tinha fascinação por dinossauros, sabia tudo a respeito deles. Ele também já foi fanático por números. Essa é justamente uma das características da Síndrome de Asperger: ter um tema de interesse no qual focam incansavelmente durante um certo período de tempo.


Eles se dedicam tanto ao assunto que costumam se tornar especialistas e podem acabar desenvolvendo habilidades extraordinárias, seja no conhecimento de animais pré-históricos até em exercícios matemáticos, por exemplo. Para os educadores, o desafio é integrar essas habilidades a outras desenvolvidas em sala de aula. Para os pais, em geral, trata-se de uma peregrinação até encontrar uma instituição de ensino que oferece o acolhimento que a criança precisa para ser feliz e aprender de acordo com as necessidades de um "Aspie", como são chamadas as pessoas com Asperger.



Izabel Grandinetti Barros e o filho Henrique, que demorou a ser diagnosticado com Síndrome de Asperger. Ela se tornou presidente da Associação da Síndrome de Asperger Asa-Tea MG    Foto: Acervo pessoal

O que mudou na classificação
A síndrome foi incluída no chamado Transtorno do Espectro Autista (TEA) em 2013 – antes disso, era considerada uma condição distinta. Mas diferentemente de outros tipos de autismo, as crianças com Asperger não costumam apresentar atrasos cognitivos graves.

A nova classificação, que investiga mais sintomas, agrupou algumas categorias. Se antes eram quatro principais (Comunicação, Interação Social, Interesses Restritos e Comportamentos Repetitivos), hoje, as duas primeiras foram agrupadas em uma só.

Assim, na área de Comunicação & Interação Social, são analisados o grau de respostas atípicas, déficits para responder a interações com outras pessoas, dificuldade de manter relacionamentos/amizades, dificuldade de interpretação em relações não-verbais. Já nas outras categorias se analisa o grau e a frequência das chamadas obsessões por interesses restritos (como enfileirar objetos ou números ou determinadas cores). A terceira área analisa os comportamentos considerados repetitivos, em que ocorre um apego excessivo à rotina, além de atividades e movimentos reiterados e constantes.   

Escuta e parceria são fundamentais
Mesmo com déficits mais leves que outras síndromes dentro do TEA, o relato de pais mostra como é complexo achar uma escola. Izabel Grandinetti Barros precisou mudar o filho de escola. "Ele foi para uma menor, com só oito alunos por classe. E foi ótimo”, lembra. Ela conta que o acolhimento foi importantíssimo para a ambientação de Henrique. “Havia uma parceria muito grande minha com a diretora e a psicóloga da escola; uma disposição em ouvir o nosso lado. Lá ninguém nunca forçou nada. Quando o Henrique não queria ir para a quadra, elas deixavam ele ficar brincando com os dinossauros dele numa boa. E de tempos em tempos a gente voltava a conversar, para ir ajustando tudo."

Para Joana Elkis, coordenadora educacional da escola Alecrim, em São Paulo, esse trabalho conjunto entre pais e escola é peça fundamental para promover o melhor receber um Aspie. "A escuta é fundamental para qualquer inclusão no ambiente escolar. Da parte da coordenação e dos professores, é preciso que haja uma disponibilidade em se adaptar para acolher da melhor maneira possível as dificuldades dessa criança."

A coordenadora afirma que é preciso “olhar de perto” a criança com Asperger para entender o melhor caminho a adotar em cada caso. Ela cita como exemplo o currículo escolar: há casos em que é necessário montar um programa especial e em outros, é mais válido seguir o mesmo currículo para manter o desafio para a criança, garantindo um acompanhamento especial ou dando-lhe um tempo diferente para cumprir as atividades.



Joana Elkis, coordenadora educacional da escola Alecrim, em São Paulo   Foto: Acervo pessoal


Compartilhar as habilidades
Izabel se lembra com carinho de uma professora que trabalhava muito para integrar os interesses de seu filho Henrique ao currículo escolar. "Nunca vou me esquecer do quanto ele ficou feliz quando a professora propôs que ele desse uma ‘palestra’ sobre dinossauros para os colegas. Ele se sentiu realizado e os alunos também gostaram. Eles estavam estudando dinossauros naquela época, então cada um fez uma pesquisa individualmente e depois o Henrique foi lá na frente falar para a classe."

Para Joana, é papel da escola encontrar um jeito legítimo de a criança com Asperger participar das atividades em classe. "Pegar essa super habilidade e reverter isso para o grupo acaba sendo interessante para todos", diz a coordenadora.

Cuidado na comunicação
Outra característica vinculada à Síndrome de Asperger é o fato de muitas vezes não conseguirem entender ironias e metáforas. "O fato de verem o mundo de um modo mais objetivo e concreto pode atrapalhar a comunicação, seja na compreensão do que o professor está falando ou na maneira que a criança (com Asperger) fala com os colegas, que muitas vezes não tem filtro", diz Joana.

Para evitar esse tipo de entrave, ela afirma que é preciso investir em formas de melhorar a comunicação com esse aluno. Outra conduta positiva por parte do professor é estar atento para, quando necessário, agir para que o “Aspie” não seja mal interpretado pelos colegas por sua maneira franca e direta de se colocar.

A professora do departamento de Educação Especial da Unesp Anna Augusta Sampaio de Oliveira afirma que "os docentes têm de estar sempre próximos para evitar processo de isolamento dos ‘Aspies’, atuando até como mediadores, trabalhando para que essa criança e os colegas se aproximem".

Um exemplo real de como driblar essa dificuldade aconteceu com Henrique Gradinetti de Barros, quando ele teve problemas para acompanhar a aula de Filosofia. Ao cursar sua primeira faculdade, História, ele sentiu dificuldade com as aulas de conteúdo subjetivo. A alternativa encontrada por seu professor foi dividir a prova em tópicos para facilitar a compreensão e o raciocínio do aluno. Funcionou: tanto que Henrique se formou e hoje, aos 24 anos, cursa sua segunda graduação, em Direito.


Evento promovido pela Associação da Síndrome de Asperger Asa-Tea MG   Foto: Reprodução/Facebook

Investir em formação 
Para acolher bem um estudante com Asperger, mantê-lo interessado, se comunicando bem e valorizando suas habilidades, os especialistas afirmam que é preciso investir na formação da equipe.

"É fundamental que a coordenação trabalhe com os professores para discutir os melhores caminhos para adaptar o programa e as estratégias”, diz Joana Elkis, da escola Alecrim. “Trabalhamos muitos com textos teóricos e até filmes que tratam desse tema, sempre tendo em mente cada caso".

Outro desafio apontado por ela é afinar a conduta da escola com as linhas de tratamento que essas crianças seguem fora da escola, em terapias comportamentais ou com acompanhamento psicológico, por exemplo. 

A professora Anna Sampaio, da Unesp, lembra que desde 2008 está previsto em lei a existência de uma rede de suporte ao Atendimento Educacional Especializado, que pode ser em forma de aulas no contraturno, um centro de atendimento a esses alunos ou mesmo o apoio de professores especializados a colegas que tenham “Aspies” em suas turmas.


Henrique ao lado da mãe Izabel Grandinetti Barros: graças ao acolhimento e esforço, ele conquistou graduação em História e agora estuda Direito   Foto: Acervo pessoal


O que mudou?
Tanto para Izabel, com a experiência com seu filho e dentro da associação que coordena, como para as especialistas em educação ouvidas, a inclusão da Síndrome de Asperger dentro do espectro autista não trouxe grande impacto no ambiente escolar até o momento.

Anna faz, inclusive, um alerta de que é preciso ter em mente que um “Aspie” não tem deficiência intelectual e pode aprender qualquer conteúdo, bastando que seja passado de outra forma. "É importante não se prender tanto ao diagnóstico em si, levando em conta mais as especificidades da criança", afirma.

A mudança na classificação, aliás, acabou trazendo outro problema para pais e educadores. Como fica dentro da classificação de autismo, o número de crianças diagnosticadas deve subir daqui para frente. O que só aumenta a necessidade de que pais, professores e escolas estejam atentos para garantir a melhor educação para as crianças.


Fonte: Nova Escola

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Sua cidade também merece! Largo Rui Porto agora é opção de lazer em São Leopoldo

São Leopoldo oferece o Largo Rui Porto como um espaço mais seguro para práticas esportivas e de lazer. Localizado ao lado do Ginásio Municipal Celso Morbach, o largo foi revitalizado, em 2017, recebendo pracinha de brinquedos, quadras poliesportivas, pista de caminhada e sistema de iluminação.


A moradora do bairro Campestre, Juliane Jacques, frequenta o local todas as manhãs para fazer atividades físicas. “Corro na pista e depois venho para os aparelhos ao ar livre. Gosto de vir aqui porque é seguro, ao ar livre e consigo relaxar. Às vezes até parece que estou na praia quando vejo a areia da praça”, brinca Juliane. Já a moradora do Rio dos Sinos, Raquel Martin, utiliza pela primeira vez os aparelhos de ginástica em frente ao ginásio. “Sou motorista de ônibus, tenho uma profissão muito sedentária, quero vir com mais frequência para me exercitar mais”, conta.



Sob olhar atento da mãe, o pequeno Arthur, de 3 anos, brinca na pracinha dos brinquedos. “venho aqui pois os aparelhos são diferentes e adaptados aos pequenos, além de ser um local seguro”, explica a mãe Marcele da Rosa, do bairro São José.

Lembre
Em dezembro foram inauguradas as obras que revitalizaram o local, onde foram construídas duas quadras poliesportivas, uma pista de caminhada e instalado um novo sistema de iluminação. O investimento de R$ 235.927,85 foi oriundo de emenda parlamentar e contrapartida de R$ 2.462,13 do município. Com a nova estrutura e iluminação, o largo passou a abrir todos os dias das 7h às 23h.

Estrutura

As duas quadras, em concreto armado, possuem 1.152,5 m² e são adaptadas para futsal, basquete, vôlei, câmbio e outras modalidades esportivas. A estrutura tem proteção de alambrado nas cabeceiras com altura de 4,80m. A pista de caminhada tem pavimentação em blocos de concreto e dois circuitos diferentes: o primeiro com extensão de 184 metros e o segundo com 256 metros.

Fotos: Thales Ferreira
Fonte: Revista News